04 de Outubro, 2025 17h10mSaúde por Agência Brasil

São Paulo confirma segunda morte por ingestão de metanol

O governo de São Paulo confirmou a segunda morte decorrente de intoxicação por metanol no estado, segundo informação divulgada na tarde deste sábado (4). Outras sete seguem em investigação

O governo de São Paulo confirmou a segunda morte decorrente de intoxicação por metanol no estado, segundo informação divulgada na tarde deste sábado (4). Outras sete seguem em investigação.

De acordo com a Secretaria de Saúde do estado, São Paulo tem 162 casos, entre confirmados e investigados, de intoxicação por metanol. O balanço deste sábado indica 14 casos confirmados, com dois óbitos, ambos na capital. Outros 148 casos são investigados, sendo sete óbitos.

Foram apreendidos também milhares de materiais, como garrafas, rótulos de marcas e outros. As ações fazem parte da força-tarefa do governo de São Paulo para combater casos de contaminação por metanol. Ao todo, 11 estabelecimentos tiveram interdição - de alguns produtos ou total - pela força-tarefa.

Emergência médica

A intoxicação por metanol é uma emergência médica de extrema gravidade. A substância, quando ingerida, é metabolizada no organismo em produtos tóxicos (como formaldeído e ácido fórmico), que podem levar à morte.

Os principais sintomas da intoxicação são: visão turva ou perda de visão (podendo chegar à cegueira) e mal-estar generalizado (náuseas, vômitos, dores abdominais, sudorese).

Em caso de identificação dos sintomas, buscar imediatamente os serviços de emergência médica e contatar pelo menos uma das instituições a seguir:

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Disque-Intoxicação da Anvisa: 0800 722 6001;

CIATox da sua cidade para orientação especializada (veja lista aqui); 

Centro de Controle de Intoxicações de São Paulo (CCI): (11) 5012-5311 ou 0800-771-3733 – de qualquer lugar do país;

É importante identificar e orientar possíveis contatos que tenham consumido a mesma bebida, recomendando que procurem imediatamente um serviço de saúde para avaliação e tratamento adequado. A demora no atendimento e na identificação da intoxicação aumenta a probabilidade do desfecho mais grave, com o óbito do paciente.

Arte/Agência Brasil

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