16 de Setembro, 2025 14h09mSegurança por Rádio Agência Nacional

PF pode apoiar investigação do assassinato de delegado em São Paulo

Um assassinato brutal e que mostra o nível de violência existente no Brasil. Essa foi a avaliação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, ao comentar, nesta terça-feira (16), a morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, em São Paulo. Fontes foi perseguido e executado por criminosos na noite dessa segunda-feira, em Praia Grande, litoral paulista. O ministro informou que ligou para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, para prestar solidariedade ao policial e à família

Um assassinato brutal e que mostra o nível de violência existente no Brasil. Essa foi a avaliação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, ao comentar, nesta terça-feira (16), a morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, em São Paulo.

Fontes foi perseguido e executado por criminosos na noite dessa segunda-feira, em Praia Grande, litoral paulista. O ministro informou que ligou para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, para prestar solidariedade ao policial e à família. Ainda colocou a Polícia Federal e a polícia científica para ajudarem nas investigações. Ricardo Lewandowski afirmou que já tomou as providências cabíveis.

"O assassinato muito nos preocupa porque foi um assassinato brutal, e isso mostra o nível de violência que, infelizmente, graça aqui no Brasil e também em outros países. É preciso que se diga isso. Não é uma exclusividade nossa do Brasil. Nós já tomamos as providências cabíveis ao nosso nível. Claro que a responsabilidade de apuração é do governo de São Paulo."

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, informou que não descarta o apoio federal, mas confia no trabalho da Polícia Civil. Derrite disse que são várias as hipóteses para o assassinato do ex-delegado, o que pode incluir também uma retaliação do crime organizado.

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"A gente não pode descartar uma retaliação do crime organizado. Não estamos descartando. Porque ele era um delegado conhecido pela sua carreira de combate ao crime organizado. A gente também não pode descartar uma eventual atuação dele como secretário municipal, lá em Praia Grande. Todas as hipóteses estão sendo colocadas na mesa e, assim que tiver as peças desse quebra-cabeça 100% completas, aí a gente vai poder afirmar com certeza. A gente trabalha com as evidências concretas de cada um dos casos. Esse indivíduo que já foi identificado e qualificado possui vários antecedentes criminais, em especial por crimes de roubo e pelo crime de tráfico de drogas, tanto com maioridade penal quanto ainda como adolescente infrator."

Ruy Fontes atuava como secretário municipal de Administração da Prefeitura de Praia Grande. Em nota, o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo recebeu com pesar, indiscutível perplexidade e indignação a notícia do bárbaro homicídio praticado contra o ex-delegado.

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