13 de Julho, 2026 18h07mInternacional por Agência Brasil

Homem é morto durante ação do serviço de imigração dos EUA no Maine

Um homem cuja identidade não foi confirmada foi morto a tiros, na manhã desta segunda-feira (13), na cidade de Biddeford, no Maine, nos Estados Unidos

Um homem cuja identidade não foi confirmada foi morto a tiros, na manhã desta segunda-feira (13), na cidade de Biddeford, no Maine, nos Estados Unidos. Segundo autoridades locais, o homem foi baleado durante uma ação do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, do inglês).

Em nota, a governadora democrata Janet Mills classificou o episódio como um “tiroteio fatal”. Segundo ela, policiais e representantes de órgãos federais e estaduais se deslocaram imediatamente para o local e estão apurando a ocorrência.

“Merecemos respostas sobre por que a força letal foi usada e por que uma operação estava sendo realizada em nossas ruas”, acrescentou Fecteau, destacando que os imigrantes são “particularmente afetados por essa violência”.

Segundo sites de notícias locais, o homem morto é um colombiano de cerca de 25 anos cujo veículo, aparentemente, foi abordado por agentes de imigração.

O caso ocorre menos de uma semana após um agente do ICE matar, também a tiros, um motorista mexicano identificado como Lorenzo Salgado Araujo, durante uma abordagem, em Houston, no Texas.

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A morte da última terça-feira (7) já tinha reacendido os protestos e críticas ao uso da violência estatal desmedida contra imigrantes. A desta manhã suscitou uma nova onda de protestos que, segundo o site Portland Press Herald, do Maine, vem aumentando ao longo das últimas horas.

A senadora republicana Susan Collins usou as redes sociais para pedir uma investigação imparcial dos fatos. “O tiroteio exige uma investigação completa e imparcial do que aconteceu. Pelo que entendo, a polícia de Biddeford garantiu a segurança do local e o FBI está investigando”, escreveu a senadora.

Eleita por Biddeford, a deputada democrata Chellie Pingree afirmou estar “profundamente perturbada e indignada”. Depois, em um segundo vídeo divulgado nas redes sociais, se somou aos que cobram “uma investigação completa e independente”.

“Ainda há muitas incógnitas, mas deixem-me ser clara: agentes federais de fiscalização de imigração não deveriam usar força letal contra ninguém em nossas comunidades — independentemente de seu status migratório ou das circunstâncias que cercam a 'atividade de fiscalização direcionada'. Ponto final”, escreveu Chellie.

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