16 de Julho, 2025 15h07mInternacional por Rádio Agência Nacional

Jennifer Simons toma posse como a primeira presidenta do Suriname

O Suriname, país sul-americano que faz fronteira com os estados do Amazonas e Amapá, teve nesta quarta-feira (16) a posse da primeira mulher eleita à presidência e que irá governar o país pelos próximos cinco anos. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, acompanhou a posse representando o Brasil. A posse da médica Jennifer Geerlings-Simons aconteceu no Estádio Nacional Coberto, na capital Paramaribo. Simons foi a segunda mulher a comandar a Assembleia Nacional, função que exerceu entre 2010 e 2020

O Suriname, país sul-americano que faz fronteira com os estados do Amazonas e Amapá, teve nesta quarta-feira (16) a posse da primeira mulher eleita à presidência e que irá governar o país pelos próximos cinco anos. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, acompanhou a posse representando o Brasil.

A posse da médica Jennifer Geerlings-Simons aconteceu no Estádio Nacional Coberto, na capital Paramaribo. Simons foi a segunda mulher a comandar a Assembleia Nacional, função que exerceu entre 2010 e 2020. No parlamento, ela liderou a Gestão de Crise durante a pandemia da covid-19.

Jennifer Simons tem 71 anos e é do Partido Nacional Democrata, que teve 18 dos 51 votos da Assembleia. Como o Suriname é parlamentarista, Simons estabeleceu alianças com outros cinco partidos, formando maioria. Sem um candidato do então governo, foi eleita por aclamação no último dia 6.

Um dos primeiros compromissos da nova presidenta é uma reunião bilateral com a ministra das Mulheres do Brasil, Márcia Lopes.

"Uma grande responsabilidade de representar o presidente Lula na posse da primeira mulher presidenta aqui do Suriname, Jennifer Simons. Também muito aberta a escutá-la e a restabelecer as nossas relações entre Suriname-Brasil." 

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O Suriname tem uma área de floresta que ocupa 95% do território e se tornou independente da Holanda há apenas 50 anos. Seus principais produtos são petróleo e ouro, e 17% de seus 600 mil habitantes vivem em situação de pobreza. Apesar da fronteira com o Brasil, o acesso por terra é inviável. 

O PIB do Suriname é de US$ 4,7 bilhões, e o comércio com o Brasil somou cerca US$ 56 milhões no ano passado. Quase todo esse valor corresponde à compra de produtos brasileiros, como carne de galinha, milho, açúcar, óleo de soja e calçados, segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos.

A ApexBrasil vê oportunidades no mercado surinamês, especialmente no transporte, alimentos e construção. Em fevereiro, o Ministério da Agricultura brasileiro anunciou novos mercados para exportação de bovinos brasileiros para o vizinho caribenho.

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