11 de Julho, 2026 17h07mPolítica por Rádio Agência Nacional

Ex-prefeito de Belford Roxo preso com arma de guerra é solto pelo STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a soltura de Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, preso em flagrante na última terça-feira (7). Ele foi detido por porte de arma de guerra de uso restrito, durante a sexta fase da Operação Unha e Carne. A defesa de Canella afirma que o armamento apreendido pertence a um policial militar de sua escolta, Alexandre Paixão da Silva Júnior. Na casa do político foram localizadas ainda outras armas, munições e relógios de luxo

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a soltura de Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, preso em flagrante na última terça-feira (7). Ele foi detido por porte de arma de guerra de uso restrito, durante a sexta fase da Operação Unha e Carne.

A defesa de Canella afirma que o armamento apreendido pertence a um policial militar de sua escolta, Alexandre Paixão da Silva Júnior. Na casa do político foram localizadas ainda outras armas, munições e relógios de luxo.  

Após passar por audiência de custódia, Márcio Canella foi transferido para cadeia pública Pedrolino Werling de Oliveira, conhecida como Bangu 8, na zona oeste do Rio. Ele deixou o cargo de prefeito para concorrer a uma vaga ao Senado pelo  União Brasil.  

Na decisão de liberdade provisória, o ministro Alexandre de Moraes determinou medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de sair do país, a entrega de passaporte, o recolhimento no período noturno e a obrigação de se apresentar em juízo uma vez por semana. Também foi solicitada à Polícia Federal a suspensão do porte de arma de fogo.

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Operação Unha e Carne  A sexta fase da Operação Unha e Carne teve como objetivo desarticular uma organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis no grande Rio como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos.  Segundo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o esquema criminoso teria movimentado mais de sete bilhões e meio de reais nos últimos seis anos

A ação faz parte das investigações relacionadas à decisão do Supremo Tribunal Federal na ADPF das Favelas e apura as conexões entre agentes públicos e grupos criminosos violentos em atividade no Rio de Janeiro.   

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