30 de Abril, 2026 15h04mPolítica por Rádio Agência Nacional

Luiz Marinho critica Senado e defende fim da escala 6x1

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta quinta-feira (30) que o Senado se apequenou com a decisão de rejeitar a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal. O Senado, acho que foi bastante infeliz, se apequenou nesse debate e rejeitou uma pessoa de calibre, de primeira linha, que iria engrandecer o Supremo Tribunal Federal. Quem perde não é o Messias, quem perde é o Brasil, quem perde é o Supremo e quem perdeu foi o Senado, que ficou pequenininho nesse debate, infelizmente

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta quinta-feira (30) que o Senado se apequenou com a decisão de rejeitar a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.

O Senado, acho que foi bastante infeliz, se apequenou nesse debate e rejeitou uma pessoa de calibre, de primeira linha, que iria engrandecer o Supremo Tribunal Federal. Quem perde não é o Messias, quem perde é o Brasil, quem perde é o Supremo e quem perdeu foi o Senado, que ficou pequenininho nesse debate, infelizmente.

Decisão que o presidente Lula vai tomar não sei, né, mas imagino que nós devemos deixar passar a eleição, já que é esse o debate que a oposição quer fazer, tá certo? Se rejeitou é porque não quer indicar ninguém que o presidente Lula queira encaminhar agora. Então vamos para o processo eleitoral, vamos ver quem ganha essa batalha. Seguramente o que o Senado fez foi um recado claro que eles querem intervir no perfil, inclusive de ministro, talvez seja essa a questão de mensagem, de medo das investigações, será que é isso? Eu não sei.

O ministro do Trabalho participou do programa Bom Dia, Ministro, nesta quinta (30), da EBC. Luiz Marinho adiantou que o presidente Lula deve falar sobre o programa de pagamento de dívidas em pronunciamento nacional. A proposta prevê o uso de até R$ 4,5 bilhões do FGTS para beneficiar trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos.

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As empresas, as proprietárias dos créditos desses trabalhadores que eventualmente estão inadimplentes, terão que dar um desconto de no mínimo 40% da dívida. E o restante esse trabalhador poderá quitar acessando até 20% do que ele tem de disponível no seu saldo do Fundo de Garantia. Desta forma, ele autoriza e a Caixa então fará esse ajuste de quitação de dívida.

O ministro afirmou que o fim da escala 6x1 vai gerar benefícios como redução de faltas e doenças e melhoria da produtividade. Por isso, custos como contratação poderiam ser compensados. Marinho defendeu que o Congresso aprove o projeto de lei mais fácil de ser aprovado e, depois, a proposta de emenda à Constituição. 

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