São Paulo, 16 de Outubro de 2026
Últimas notícias
GeralProspera MEI: profissionais do turismo esperam ampliar negócios com apoio financeiroGeralNovo SAC: consumidor terá direito a falar com uma pessoa das 8h às 20h, todos os diasMeio AmbienteSeis anos de espera: entidades recorrem à Justiça para fazer valer lei dos descartáveis em São Paulo (SP)PolíticaEmendas parlamentares ajudam a conquistar votos, mas não garantem reeleição, aponta FGVAgronegóciosSoja sobe no Paraná; trigo tem variação nos preçosEconomiaIPCA sobe 0,82% em setembro, pressionado pela energia elétrica e pelos alimentosSaúdeFiocruz alerta para crescimento de casos graves de síndrome respiratória em AL, RR e SEGeralEl Niño: agro da Região Centro-Oeste deve antecipar medidas para reduzir efeitos da secaPolíticaFlávio Bolsonaro larga na frente de Lula no 2º turno com 52,2% dos votos válidos, aponta análise de pesquisasAgronegóciosCafé, açúcar e milho: confira cotações para esta quarta-feira (14)GeralProspera MEI: profissionais do turismo esperam ampliar negócios com apoio financeiroGeralNovo SAC: consumidor terá direito a falar com uma pessoa das 8h às 20h, todos os diasMeio AmbienteSeis anos de espera: entidades recorrem à Justiça para fazer valer lei dos descartáveis em São Paulo (SP)PolíticaEmendas parlamentares ajudam a conquistar votos, mas não garantem reeleição, aponta FGVAgronegóciosSoja sobe no Paraná; trigo tem variação nos preçosEconomiaIPCA sobe 0,82% em setembro, pressionado pela energia elétrica e pelos alimentosSaúdeFiocruz alerta para crescimento de casos graves de síndrome respiratória em AL, RR e SEGeralEl Niño: agro da Região Centro-Oeste deve antecipar medidas para reduzir efeitos da secaPolíticaFlávio Bolsonaro larga na frente de Lula no 2º turno com 52,2% dos votos válidos, aponta análise de pesquisasAgronegóciosCafé, açúcar e milho: confira cotações para esta quarta-feira (14)

Oriente Médio: dólar sobe para R$ 5,25 com retorno das tensões

O mercado financeiro teve dia de nervosismo, em meio às incertezas sobre um possível cessar-fogo no Oriente Médio

A

Agência Brasil

Oriente Médio: dólar sobe para R$ 5,25 com retorno das tensões
Créditos: Agência Brasil

O mercado financeiro teve dia de nervosismo, em meio às incertezas sobre um possível cessar-fogo no Oriente Médio. O cenário foi marcado por declarações conflitantes entre Estados Unidos e Irã, o que levou investidores a buscar proteção em ativos considerados mais seguros.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (26) vendido a R$ 5,256, com alta de R$ 0,036 (+0,69%). A cotação teve um dia volátil. Abriu em R$ 5,26, caiu para R$ 5,21 no fim da manhã e acelerou à tarde.

O movimento foi impulsionado pela busca global por segurança, em meio à escalada das tensões. Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contrastaram com a posição do governo iraniano, aumentando a incerteza sobre um eventual acordo.

O mercado permanece volátil e reage rapidamente a cada nova sinalização diplomática. O Banco Central (BC) chegou a atuar no câmbio com leilões de linha. A autoridade monetária injetou US$ 1 bilhão no mercado, mas não conseguiu conter a pressão de alta.

Na terça-feira (24), o BC vendeu mais US$ 1 bilhão, também em leilão de linha. Nessa modalidade, o BC comercializa dólares das reservas internacionais com o compromisso de recomprar o dinheiro meses depois.

Mercado de ações

O dia também foi pessimista no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, recuou 1,45%, aos 182.732 pontos, interrompendo uma sequência de três altas. O índice chegou a oscilar entre a máxima de 185 mil pontos e a mínima próxima de 182 mil ao longo do dia.

O desempenho acompanhou o movimento internacional, com quedas consideráveis nas bolsas de Nova York e maior cautela dos investidores. A falta de avanços concretos nas negociações entre Estados Unidos e Irã pesou sobre os ativos de risco.

No cenário doméstico, dados de inflação também ficaram no radar. A prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de março subiu 0,44%. O indicador desacelerou em relação a março do ano passado, mas ficou acima das expectativas do mercado, reforçando preocupações com o cenário inflacionário.

Petróleo dispara

Os preços do petróleo avançaram com força e refletem o temor de interrupções no fornecimento global de energia. O barril do tipo Brent, referência nas negociações internacionais, subiu cerca de 5,7% e alcançou os US$ 108,01.

O combustível acumula ganhos expressivos no mês e no ano, impulsionado pelas tensões na região do Golfo Pérsico. A ausência de um acordo imediato entre as partes aumenta o risco de prolongamento do conflito e de impactos mais amplos na economia global.

*com informações da Reuters

Compartilha esta notícia:

Notícias relacionadas