10 de Setembro, 2025 10h09mInternacional por Agência Brasil

Flotilha para Gaza relata segundo ataque de drone contra barco

A Global Sumud Flotilla (GSF), iniciativa de ajuda internacional para entregar suprimentos vitais a Gaza, disse nesta quarta-feira (10) que um de seus barcos foi atacado por um drone em um porto da Tunísia, o segundo ataque desse tipo em dois dias

A Global Sumud Flotilla (GSF), iniciativa de ajuda internacional para entregar suprimentos vitais a Gaza, disse nesta quarta-feira (10) que um de seus barcos foi atacado por um drone em um porto da Tunísia, o segundo ataque desse tipo em dois dias.

A GSF, que está tentando romper o bloqueio naval de Israel e entregar ajuda humanitária a Gaza, devastada pela guerra, usando barcos civis, informou em comunicado que todos os passageiros e tripulantes saíram ilesos.

Um porta-voz da Guarda Costeira da Tunísia não respondeu a uma ligação da Reuters.

Um dos organizadores da flotilha acusou Israel de realizar o ataque.

"Israel continua a violar a lei internacional e a nos aterrorizar. Navegaremos para romper o bloqueio em Gaza, não importa o que eles façam", disse Saif Abukeshek, membro do comitê de direção da GSF, à Reuters.

Os militares israelenses não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

A flotilha postou vídeo no Instagram do suposto ataque, mostrando um objeto luminoso atingindo o barco e fogo irrompendo a bordo. A Reuters não conseguiu verificar imediatamente o vídeo.

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Após o ataque, centenas de pessoas se reuniram perto do porto, onde os barcos da flotilha estavam localizados no momento do incidente, agitando bandeiras palestinas e cantando slogans contra Israel e os Estados Unidos.

O grupo disse que o Alma, de bandeira britânica, sofreu danos causados por incêndio em seu convés superior e que uma investigação está em andamento.

Várias ambulâncias correram para o porto, enquanto uma testemunha da Reuters relatou que barcos da guarda costeira estavam perto do Alma.

A flotilha é apoiada por delegações de 44 países, incluindo a ativista sueca Greta Thunberg e a política de esquerda portuguesa Mariana Mortágua.

*(Reportagem adicional de Ahmed Tolba)

*É proibida a reprodução deste conteúdo

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