São Paulo, 15 de Outubro de 2026
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Empresas do DF são alvo de operação contra supostas fraudes

A Receita Federal, a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagaram, na manhã desta terça-feira (11), uma operação para aprofundar investigações sobre um suposto esquema de fraudes em processos licitatórios para a terceirizaçã

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Agência Brasil

Empresas do DF são alvo de operação contra supostas fraudes
Créditos: Agência Brasil

A Receita Federal, a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagaram, na manhã desta terça-feira (11), uma operação para aprofundar investigações sobre um suposto esquema de fraudes em processos licitatórios para a terceirização de serviços públicos.

Desde as primeiras horas da manhã, um grupo de policiais federais, auditores-fiscais e analistas tributários da Receita Federal cumpre 26 mandados judiciais de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais ligados aos investigados, no Distrito Federal.

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Polícia Federal prende taiwanês procurado pela Interpol no Rio.Polícia Federal prende foragido por tráfico de drogas no Rio.AGU pede que Polícia Federal investigue fake news relacionadas ao Pix.Conforme a Agência Brasil apurou, uma das empresas alvos da chamada Operação Dissímulo é a CNR Tecnologia - Central Nacional de Registros e Tecnologias - em cujo escritório, na região central de Brasília, os agentes públicos chegaram perto das 6 horas da manhã. A empresa afirma que é credenciada junto a órgãos públicos de trânsito de mais de uma dúzia de unidades federativas para prestar serviços de registro eletrônico de contratos de financiamento de veículos.

Outra empresa investigada é a R7 Facilities, companhia de engenharia da capital federal e que presta serviços de manutenção predial a diferentes órgãos federais, incluindo a própria Polícia Federal. A reportagem entrou em contato com a CNR e com a R7 e aguarda as manifestações das duas companhias.

Terceirizações

Segundo a Polícia Federal, as suspeitas de fraudes em licitações na área de terceirizações vêm sendo investigadas desde abril de 2024. Durante esse tempo, os investigadores reuniram indícios de que empresas com vínculos societários, familiares e trabalhistas teriam se associado para a prática de fraudes em licitações, usando falsa declaração de dados perante a administração pública para obter benefícios fiscais, garantindo, assim, vantagem indevida frente a outros concorrentes.

Ainda de acordo com a PF, os suspeitos empregavam laranjas como sócios das empresas para ocultar os verdadeiros beneficiários de dezenas de contratos com a administração pública, alvos da investigação.

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