São Paulo, 15 de Outubro de 2026
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Defesa Civil do Rio Grande do Sul alerta para chuva após onda de calor

O Rio Grande do Sul vivencia, nesta semana, sequências de alertas de chuva e de calor intenso. Ao mesmo tempo em que o início do ano letivo foi adiado, devido às altas temperaturas registradas no estado, alertas de chuvas têm sido emitidos, em especi

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Agência Brasil

Defesa Civil do Rio Grande do Sul alerta para chuva após onda de calor
Créditos: Agência Brasil

O Rio Grande do Sul vivencia, nesta semana, sequências de alertas de chuva e de calor intenso. Ao mesmo tempo em que o início do ano letivo foi adiado, devido às altas temperaturas registradas no estado, alertas de chuvas têm sido emitidos, em especial para o sul e para a área central gaúcha.

A Defesa Civil do estado divulgou nesta terça-feira (11) um alerta para “chuva pontualmente forte” acompanhada de raios, rajadas de vento e eventual queda de granizo. O alerta abrange, em especial, áreas ao sul e ao centro; da Campanha, Costa Doce e dos vales

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Combate a incêndios no Brasil não será afetado por decisão dos EUA.São Paulo terá semana de calor intenso e com risco de temporais.“Caso seja surpreendido pelo tempo severo, busque abrigo. Se estiver em casa, feche bem portas e janelas. Durante os temporais, retire da tomada os eletroeletrônicos. Abrigue animais e mantenha-os em segurança”, alertou, por meio de nota, a Defesa Civil.

Calor

Além de chuvas, o estado vive dias, também, de altas temperaturas. O calor é tamanho que levou a Justiça a adiar o início das aulas da rede estadual, atendendo a pedido do Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS).

A previsão inicial era de que o ano letivo começasse na segunda-feira (10). Caso a decisão não seja revista, a expectativa é de que as aulas iniciem no dia 17 de fevereiro.

O governo do estado recorreu da decisão liminar, por meio da Procuradoria-Geral, e agora aguarda decisão da Justiça, no sentido de definir qual será a data exata para o início das aulas.

Segundo a presidente da CPERS, Rosane Zan, o calor extremo, previsto para os próximos dias, representa um sério risco à saúde de educadores e estudantes. Rosane chamou atenção para a estrutura precária das escolas estaduais.

“A maioria das salas de aula não possui ar-condicionado e, em muitos casos, nem mesmo ventiladores suficientes para amenizar o calor”, disse Rosane Zan. “Sem condições adequadas, professores, funcionários e estudantes seriam forçados a enfrentar um ambiente insalubre, agravando ainda mais os riscos à saúde”, acrescentou.

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