São Paulo, 05 de Novembro de 2026
Últimas notícias
EducaçãoInep disponibiliza versão em Libras da Cartilha de Redação do EnemPolíticaAlcolumbre retira maioridade penal da pauta e vai aguardar CâmaraSaúdeSUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de peleMeio AmbienteSul, Sudeste e Centro-Oeste do país têm avisos de perigo para chuvasEconomiaAnatel publica novas regras para prevenir fraudes por meio de SMSPolíticaDebatedores divergem sobre projeto de lei para ampliar concorrência no mercado de gás naturalEconomiaCopom surpreende mercado e mantém Selic em 13,75% ao anoEconomiaDólar cai a R$ 5,45 após eleições nos EUA e antes do CopomGeralDetran do Rio lança Carteira de Identificação da Mãe AtípicaCulturaMuseu das Amazônias, em Belém, reabre trazendo a diversidade da regiãoEducaçãoInep disponibiliza versão em Libras da Cartilha de Redação do EnemPolíticaAlcolumbre retira maioridade penal da pauta e vai aguardar CâmaraSaúdeSUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de peleMeio AmbienteSul, Sudeste e Centro-Oeste do país têm avisos de perigo para chuvasEconomiaAnatel publica novas regras para prevenir fraudes por meio de SMSPolíticaDebatedores divergem sobre projeto de lei para ampliar concorrência no mercado de gás naturalEconomiaCopom surpreende mercado e mantém Selic em 13,75% ao anoEconomiaDólar cai a R$ 5,45 após eleições nos EUA e antes do CopomGeralDetran do Rio lança Carteira de Identificação da Mãe AtípicaCulturaMuseu das Amazônias, em Belém, reabre trazendo a diversidade da região

Durigan diz que aumento da dívida decorre dos juros, não dos gastos

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o aumento da dívida brasileira não se deve ao aumento de gastos, e sim aos juros altos que são cobrados no país

A

Agência Brasil

Durigan diz que aumento da dívida decorre dos juros, não dos gastos
Créditos: Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o aumento da dívida brasileira não se deve ao aumento de gastos, e sim aos juros altos que são cobrados no país. Segundo ele, isso ocorre por conta da necessidade de o governo pagar dívidas antigas com títulos novos, o que implica em mais pagamento de juros.

A declaração do ministro em entrevista à Globonews nesta quinta-feira (6). Ele explicou que, de fato, há relação entre a questão fiscal e os juros, mas que há também outros fatores decisivos que acabam por influenciar as altas taxas cobradas no Brasil.

“O que acontece é que estamos pagando dívidas antigas com títulos novos. É, portanto, na gestão da dívida que estamos aumentando a dívida. É na rolagem da dívida, e não nos gastos”, complementou.

Em julho, dados divulgados pelo Tesouro Nacional mostram que a emissão forte de títulos vinculados à Taxa Selic, os juros básicos da economia, fez a Dívida Pública Federal (DPF) subir em junho, superando os R$ 9,2 trilhões.

Durigan reiterou que os juros elevados são o principal fator por trás do aumento do endividamento público.

“Claro que vamos continuar atuando para melhorar o resultado fiscal do país”, disse ao destacar que, do ponto de vista econômico, o país está muito bem, “com o melhor resultado de inflação da história” e as agências internacionais de risco melhorando cada vez mais as avaliações sobre o país.

Compartilha esta notícia:

Notícias relacionadas