São Paulo, 15 de Outubro de 2026
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Distrito Federal e 15 estados têm rendimento do trabalhador recorde

O Distrito Federal e 15 estados alcançaram no primeiro trimestre deste ano um recorde no rendimento médio mensal do trabalhador

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Agência Brasil

Distrito Federal e 15 estados têm rendimento do trabalhador recorde
Créditos: Agência Brasil

O Distrito Federal e 15 estados alcançaram no primeiro trimestre deste ano um recorde no rendimento médio mensal do trabalhador. Esse grupo de 16 unidades da federação repete o comportamento da média nacional, que atingiu o maior valor dentro da série histórica iniciada em 2012, de R$ 3.722.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, o rendimento médio do trabalhador no DF foi de R$ 6.720, patamar 81% superior à média nacional, que já havia sido divulgada no dia 30 de abril. 

O valor no Distrito Federal é exatamente três vezes o do Maranhão, de R$ 2.240, que mesmo sendo recorde para o estado, é o menor do país.

O destaque do DF se explica pelo grande contingente de funcionários públicos na capital federal, que conseguem uma remuneração acima da média da iniciativa privada.

Confira todas as UF que alcançaram recorde de rendimento do trabalhador:

Distrito Federal: R$ 6.720 Santa Catarina: R$ 4.298 Paraná: R$ 4.180 Rio Grande do Sul: R$ 4.127 Goiás: R$ 3.878 Mato Grosso do Sul: R$ 3.768 Espírito Santo: R$ 3.708 Minas Gerais: R$ 3.448 Amapá: R$ 3.412 Sergipe: R$ 3.031 Rio Grande do Norte: R$ 2.953 Paraíba: R$ 2.806 Piauí: R$ 2.628 Ceará: R$ 2.597 Bahia: R$ 2.483 Maranhão: R$ 2.240

A pesquisa detalha que três das cinco regiões do país atingiram recorde de rendimento médio mensal do trabalhador no primeiro trimestre deste ano:

Centro-Oeste: R$ 4.379 (recorde) Sul: R$ 4.193 (recorde) Sudeste: R$ 4.125 Norte: R$ 2.849 Nordeste: R$ 2.616 (recorde)

Desemprego por UF

De acordo com o IBGE, a taxa de desocupação no país, conhecida popularmente como taxa de desemprego, ficou em 6,1% no primeiro trimestre deste ano, a menor para o período em toda a série histórica. Pelos critérios do IBGE, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. Os agentes do instituto visitaram 211 mil domicílios em todo o país.

A pesquisa aponta que em 12 estados o desemprego fica abaixo da média nacional, com destaque para Santa Catarina, único abaixo do patamar de 3%.

Veja as taxas de desocupação por UFs no primeiro trimestre:

Amapá: 10% Bahia: 9,2% Alagoas: 9,2% Pernambuco: 9,2% Piauí: 8,9% Sergipe: 8,6% Amazonas: 8,3% Acre: 8,2% Rio Grande do Norte: 7,6% Rio de Janeiro: 7,3% Ceará: 7,3% Distrito Federal: 7,1% Paraíba: 7% Pará: 7% Maranhão: 6,9% Brasil: 6,1% São Paulo: 6% Roraima: 5,7% Tocantins: 5,6% Goiás: 5,1% Minas Gerais: 5% Rio Grande do Sul: 4% Mato Grosso do Sul: 3,8% Rondônia: 3,7% Paraná: 3,5% Espírito Santo: 3,2% Mato Grosso: 3,1% Santa Catarina: 2,7%
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