São Paulo, 15 de Outubro de 2026
Últimas notícias
GeralProspera MEI: profissionais do turismo esperam ampliar negócios com apoio financeiroGeralNovo SAC: consumidor terá direito a falar com uma pessoa das 8h às 20h, todos os diasMeio AmbienteSeis anos de espera: entidades recorrem à Justiça para fazer valer lei dos descartáveis em São Paulo (SP)PolíticaEmendas parlamentares ajudam a conquistar votos, mas não garantem reeleição, aponta FGVAgronegóciosSoja sobe no Paraná; trigo tem variação nos preçosEconomiaIPCA sobe 0,82% em setembro, pressionado pela energia elétrica e pelos alimentosSaúdeFiocruz alerta para crescimento de casos graves de síndrome respiratória em AL, RR e SEGeralEl Niño: agro da Região Centro-Oeste deve antecipar medidas para reduzir efeitos da secaPolíticaFlávio Bolsonaro larga na frente de Lula no 2º turno com 52,2% dos votos válidos, aponta análise de pesquisasAgronegóciosCafé, açúcar e milho: confira cotações para esta quarta-feira (14)GeralProspera MEI: profissionais do turismo esperam ampliar negócios com apoio financeiroGeralNovo SAC: consumidor terá direito a falar com uma pessoa das 8h às 20h, todos os diasMeio AmbienteSeis anos de espera: entidades recorrem à Justiça para fazer valer lei dos descartáveis em São Paulo (SP)PolíticaEmendas parlamentares ajudam a conquistar votos, mas não garantem reeleição, aponta FGVAgronegóciosSoja sobe no Paraná; trigo tem variação nos preçosEconomiaIPCA sobe 0,82% em setembro, pressionado pela energia elétrica e pelos alimentosSaúdeFiocruz alerta para crescimento de casos graves de síndrome respiratória em AL, RR e SEGeralEl Niño: agro da Região Centro-Oeste deve antecipar medidas para reduzir efeitos da secaPolíticaFlávio Bolsonaro larga na frente de Lula no 2º turno com 52,2% dos votos válidos, aponta análise de pesquisasAgronegóciosCafé, açúcar e milho: confira cotações para esta quarta-feira (14)

Redes têm um ano para liberar bandeiras no vale-refeição e alimentação

Principal promessa para liberalizar o mercado de vale-refeição e vale-alimentação, a interoperabilidade das bandeiras tem um ano para entrar em vigor, esclareceu nesta quarta-feira (12) o Ministério da Fazenda

A

Agência Brasil

Redes têm um ano para liberar bandeiras no vale-refeição e alimentação
Créditos: Agência Brasil

Principal promessa para liberalizar o mercado de vale-refeição e vale-alimentação, a interoperabilidade das bandeiras tem um ano para entrar em vigor, esclareceu nesta quarta-feira (12) o Ministério da Fazenda. As redes têm esse prazo para adaptar os sistemas para que o cartão seja aceito em qualquer estabelecimento, independentemente da bandeira.

A novidade está no Decreto 12.712, editado na terça-feira (11), que reformula o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). A medida tem como objetivo aumentar a eficiência, promover a concorrência e reduzir custos no setor.

O ministério estimula em R$ 7,9 bilhões por ano a economia para supermercados, bares e restaurantes, por meio da redução de custos e do aumento da concorrência. O governo espera que essa economia seja repassada aos consumidores.

“Esse valor [R$ 7,9 bilhões] decorre, principalmente, da redução das margens de lucro elevadas praticadas pelas empresas emissoras de vale-alimentação e vale-refeição, que passarão a ser repassadas aos estabelecimentos como bares, restaurantes e supermercados. Com a diminuição desses custos, estima-se uma queda nos preços finais das refeições e dos alimentos, beneficiando diretamente os trabalhadores. A estimativa é de um ganho médio de aproximadamente R$ 225 por trabalhador ao ano”, explicou a Secretaria.

Estimativa de economia anual com as medidas

Medida Economia estimada Teto de 3,6% para tarifas

R$ 2,9 bilhões

Redução do prazo de repasse (15 dias)

R$ 0,7 bilhão

Abertura dos arranjos

R$ 1,6 bilhão

Interoperabilidade entre bandeiras no auxílio-alimentação

R$ 2,7 bilhões Total R$ 7,9 bilhões Fonte: Ministério da Fazenda

Em relação ao teto de tarifas, o decreto estabelece um valor máximo de 3,6% para as tarifas cobradas dos estabelecimentos comerciais e prazo limite de 15 dias para o repasse dos valores pelas credenciadoras (empresas de maquininhas).

Segundo o Ministério da Fazenda, as medidas reduzem os custos de intermediação e criam condições para que restaurantes e supermercados possam praticar preços mais baixos sem comprometer suas margens.

Fim de práticas abusivas

O texto também proíbe deságios e descontos sobre os valores contratados, além de impedir prazos de repasse que descaracterizem a natureza pré-paga dos instrumentos e o pagamento de verbas não vinculadas à alimentação saudável.

Segundo a Fazenda, o governo busca evitar distorções de mercado e garantir que os benefícios do PAT e do auxílio-alimentação sejam direcionados efetivamente ao trabalhador.

Abertura de arranjos

Em relação à abertura dos arranjos, o decreto determina que as redes de pagamento de vales-refeição e alimentação com mais de 500 mil trabalhadores adotem o modelo aberto. No sistema aberto, a bandeira (instituidora) cria as regras, mas a emissão de cartões e o credenciamento de estabelecimentos podem ser feitos por qualquer instituição que atenda aos requisitos do sistema.

Essa medida, segundo a Fazenda, deve reduzir barreiras de entrada, aumentar a concorrência e expandir a rede de aceitação. O modelo segue o padrão introduzido em 2010 pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no setor de cartões de crédito e débito.

Compartilha esta notícia:

Notícias relacionadas