04 de Fevereiro, 2026 19h02mCultura por Rádio Agência Nacional

Campanha no Rio convoca foliões a preservarem o patrimônio histórico

O Iphan, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, realiza em parceria com a Riotur a campanha “Quem samba cuida”, voltada para a conscientização dos foliões sobre a importância da preservação dos bens culturais tombados em nível federal no Rio de Janeiro. O objetivo é chamar a atenção do público que frequenta os blocos de rua, incentivando atitudes responsáveis, que conciliem a celebração com a proteção do patrimônio histórico

O Iphan, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, realiza em parceria com a Riotur a campanha “Quem samba cuida”, voltada para a conscientização dos foliões sobre a importância da preservação dos bens culturais tombados em nível federal no Rio de Janeiro. O objetivo é chamar a atenção do público que frequenta os blocos de rua, incentivando atitudes responsáveis, que conciliem a celebração com a proteção do patrimônio histórico.

A campanha pode ser vista nos sites oficiais do Carnaval de Rua do Rio e em pontos estratégicos próximos a bens tombados, especialmente em áreas por onde passam os cortejos carnavalescos. Em alguns desses locais, o público pode conhecer um pouco da história dos bens culturais por meio de lonas informativas.

A superintendente do Iphan no Rio de Janeiro, Patrícia Wanzeller, comemora os resultados já alcançados pela campanha neste ano...

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“A Rua Primeiro de Março, repleta de prédios tombados, historicamente sofria danos durante a passagem dos blocos. Esse ano, os megablocos abraçaram a ideia e passaram a fazer alertas ao público pedindo para não urinar e nem subir nos monumentos. O resultado foi extremamente positivo. Até o momento, nenhum dano foi registrado”.

As ações também incluem um cubo de LED instalado na Praia de Copacabana, com mensagens de conscientização para cariocas e turistas até o dia 22 de fevereiro, e a divulgação de posts de conscientização nas redes sociais, que reforçam a importância da colaboração do público e orientam para que não subam nos monumentos, não urinem nem pratiquem qualquer forma de depredação dos bens históricos.  

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